- A bondade é uma força invencível !
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
VELHAS TRADIÇÕES



Não é certo que a prostituição seja o ofício ou profissão mais antiga do mundo.
Muito antes, começaram a matar-se os seres humanos, mas a diferença para o outro emprego é que o faziam grátis.
Por gosto ou por ódio.
Ás vezes para entreterem-se, matando ao mesmo tempo o tédio.
Nos chamados tempos modernos sobrevivem os primatas e nas guerras actuais o maior perigo é estropiar o invento, que denominamos planeta.
Anunciou-o Kennedy: "O homem tem que estabelecer um ponto final para a guerra, senão, a guerra estabelecerá um final para a humanidade".
Esse final está longe porque pode começar a 3ª guerra mundial, na qual saiam todos vencedores.
Ao menos essa é a opinião de rei Abdalá da Arábia Saudita, que está convencido de que o conflito do Médio Oriente, vai ser o detonador.
Nas guerras actuais, morrem mais civis que militares.
Não se exige uniforme para ir-se para o outro mundo.
Mais a mais, nem os "jihadistas" da Al Qaeda, nem a ala, declarada ilegal, do Hamas, põem algum problema ao feito de falecer bruscamente.
Meteram-lhes na cabeça, perfurando o turbante, que vão ser recebidos pelas huris do profeta, que nesta ocasião, tão pouco cobrarão pelos seus serviços e além de porem a cama fornecerão o Viagra.
O caso é que aumenta o número dos que estão em lista de espera para se constituírem em terroristas suicidas.
Assim são no Médio Oriente, que afortunadamente nos fica longe, ainda que o fogo se propague agora com enorme rapidez e até os bombeiros se convertam em pirómanos.
O sonho kantiano de paz perpétua demonstra que até as pessoas mais inteligentes podem albergar ideias estúpidas.
Tinha razão aquele que disse que, os pacifistas, somos como ovelhas que acreditamos que o lobo é vegetariano.
Sofremos graves erros de desenho e entretanto, somos como somos, não há solução.
Aspiremos a sermos sobreviventes .
domingo, 4 de novembro de 2007
ÁS ORDENS DUM CHEFE
Clique na imagem de baixo


Esse visível reclame, incluído no preço do maço de tabaco, que nos adverte que "fumar mata", devia ser copiado por todas as empresas, com uma ligeira variante: "trabalhar mata".
Já o suspeitava, mas agora, um Supremo Tribunal, num país europeu, (não tenho a certeza de ter sido em França ou Espanha), acabou por reconhecer que os graves problemas que teve um empregado com o seu chefe, foram a causa principal do enfarte do miocárdio. ( Do seu, não do chefe, que este não tem coração).
É um passo gigantesco para qualquer legislação laboral, isso de admitir como acidente do stress no trabalho causado por um qualquer merdas que chegou a chefe, excessivamente rígido, desses que não vergam a espinha, senão diante do próprio patrão ou do dono da empresa.
Já dizia Beltrand Russel que há duas formas de trabalhar: a primeira que consiste em alterar as coisas sobre a superfície terrestre e a segunda que o façam os outros.
Está comprovado, estatisticamente que uma é mais penosa que a outra e que se expande menos a partir dum plano meramente económico.
Comprovou-se, também, estatisticamente que uma pessoa é mais triste ou penosa que outra e difunde-se menos a partir dum plano meramente económico.
Considerar como acidente laboral o enfarte por stress laboral, demonstra que o trabalho não é saúde, como nos vinham contando e devolve a palavra à sua etimologia, que vem do vocábulo latino "tripalim", que se circunscreve a um martírio horroroso, que também se aplicava ás nádegas.
Diz-se que o tabalho-vocação, ou seja, o suculento ou saboroso, deve diferenciar-se do obrigatório, mas ambos têm algo em comum, já que os dois se lastimam e são necessários para ganhar o pão e o aperitivo.
Ao longo da minha vida foi-me dado conhecer grandes trabalhadores e trabalhadores infatigáveis que duraram muito com o coração a pleno rendimento.
Uns atribuem o facto a não terem deixado de trabalhar um só dia das suas vidas e outros a não terem feito isso mais que uns fugazes momentos que a ociosidade lhes deixava livre.
Assim não sei ao que hei-de aderir ou sujeitar-me.


Já o suspeitava, mas agora, um Supremo Tribunal, num país europeu, (não tenho a certeza de ter sido em França ou Espanha), acabou por reconhecer que os graves problemas que teve um empregado com o seu chefe, foram a causa principal do enfarte do miocárdio. ( Do seu, não do chefe, que este não tem coração).
É um passo gigantesco para qualquer legislação laboral, isso de admitir como acidente do stress no trabalho causado por um qualquer merdas que chegou a chefe, excessivamente rígido, desses que não vergam a espinha, senão diante do próprio patrão ou do dono da empresa.
Já dizia Beltrand Russel que há duas formas de trabalhar: a primeira que consiste em alterar as coisas sobre a superfície terrestre e a segunda que o façam os outros.
Está comprovado, estatisticamente que uma é mais penosa que a outra e que se expande menos a partir dum plano meramente económico.
Comprovou-se, também, estatisticamente que uma pessoa é mais triste ou penosa que outra e difunde-se menos a partir dum plano meramente económico.
Considerar como acidente laboral o enfarte por stress laboral, demonstra que o trabalho não é saúde, como nos vinham contando e devolve a palavra à sua etimologia, que vem do vocábulo latino "tripalim", que se circunscreve a um martírio horroroso, que também se aplicava ás nádegas.
Diz-se que o tabalho-vocação, ou seja, o suculento ou saboroso, deve diferenciar-se do obrigatório, mas ambos têm algo em comum, já que os dois se lastimam e são necessários para ganhar o pão e o aperitivo.
Ao longo da minha vida foi-me dado conhecer grandes trabalhadores e trabalhadores infatigáveis que duraram muito com o coração a pleno rendimento.
Uns atribuem o facto a não terem deixado de trabalhar um só dia das suas vidas e outros a não terem feito isso mais que uns fugazes momentos que a ociosidade lhes deixava livre.
Assim não sei ao que hei-de aderir ou sujeitar-me.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
MUDAR AS HORAS ESCURAS



S. João da Cruz, (João de Yepes, espanhol), que foi um anjo extraviado, anoitecia ou escurecia por dentro, mas agora, somos nós que anoitecemos por decreto.
O seu era uma noite escura da alma, mas ele tinha uma luz que o guiava e nós só temos a lanterna dos lanterninhas governamentais, que, diga-se a propósito, têm muito poucas luzes.
Agora, uma vez feitas as contas, explicam-nos que a mudança horária vem a ser uma besteira ou estupidez, já que determina, depois de descontrolar os relógios, uma "economia zero".
Por que será que a partir das seis da tarde, vejo tudo negro?
A quem é que terá ocorrido isto?
Até agora, deitava um olhar para o mar na sua hora mais pesarosa ou contrita, um pouco antes de se expandir "a veemência laranja do poente", no repetido e exacto momento em que os oceanos, que são sempre o mesmo, se arrependem dos seus afogados.
Agora não se vê nada.
O único que temos conseguido com essa modificação horária oficial na Primavera e no Outono, é reduzir a factura da luz em 0,5 %, ou seja, mais ou menos seis euros ao ano por cada habitação portuguesa, incluindo os que só usam velas e os que vivem ás escuras.
Um objectivo muito maior se obteria noutros países, onde subsiste a pena de morte se se tivesse desligado a cadeira eléctrica, como sistema de execução.
Parece, segundo os que apresentam as contas, que o que se poupa de manhã, se gasta pela tarde, mas para o caso, eu, que nunca fui um poupador, vejo tudo negro desde a minha janela a meio da tarde e isso faz-me raciocinar, na medida das minhas modestas possibilidades, sobre a felicidade possível.
Quando há pouca luz sinto-me mais infeliz.
Ao fim e ao cabo sou um austral e os dias luminosos ressarcem-me de inevitáveis trevas interiores.
Juan Wolfrang Goethe morreu, reclamando "luz, mais luz".
Eu, que não sou Goethe, nem nenhuma criatura parecida, conformo-me com a de antes da mudança horária !!!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
BLAIR E O SEU TERMÓMETRO


Quando Churchill ofereceu ao seu povo, "sangue, suor e lágrimas" sabia duas coisas: que os não decepcionaria e que contava com esse povo, que para alguns é "a tribo mais evoluída" de quantas habitam o planeta.
Muitos anos depois, Tony Blair, alertou sobre as catastróficas consequências de aquecimento se os governos do mundo não tomarem medidas imediatas.
Vaticinou uma só coisa; suor, mas em grande abundância, se não se reduzirem imediatamente as emissões de efeito de estufa.
O programa de festejos que augura o ex "primeiro", é horripilante.
Fundiram-se os glaciares e começaram a vender-se botijas no Alasca, haverá mais malária e outras enfermidades tropicais.
As pragas do Egipto, que tanto amenizaram os nossos estudos escolares da História Sagrada, voltarão multiplicadas por sete e os invernos retirar-se-ão para os seus quartéis de inverno, já que o verão se dispõe a ocupar os calendários, seja qual for a estação do ano.
Um zodiaco funesto, minuciosamente descrito como naqueles exercícios espirituais onde um sacerdote informadissimo descrevia o inferno com todo o luxo de detalhes, dá vontade de interromper o topógrafo e dizer-lhe isso de " se há que ir, que se vá, mas que não nos acagace".
Para acabar de recompor-se, o ex vice presidente dos EUA, veio com um filme de terror sobre as alterações climáticas, titulada "Uma verdade incómoda".
Será possível que nos assemos vivos quando o termómetro de Blair, que é como uma varinha mágica ao contrário, suba cinco graus?
Apesar de ser certo que a natureza humana é o maior impedimento para tomar uma decisão inteligente, mas há que parar a desflorestação, em vez de se andar pelas ramas.
Vamos a ver se em Portugal vamos atirar toda a culpa a Nunes Correia & Cª e a outros aristocratas do betão.
Todos eles só querem levar o dinheiro quentinho!
RETIRADA ???



Parece que não temos remédio.
Nesta altura do campeonato já sabemos que o costume de matarem-se mutuamente é a mais antiga diversão do ser humano.
Seria muito aborrecido deixar que o tempo morra nos nossos braços e este último acontecimento temos que o precipitar.
É como se não tivéssemos paciência para aguardar a nossa última hora.
(Em casa dos meus pais, lembro-me de um relógio de parede, desses que custodiavam o tempo, numa espécie de ataúde vertical, que tinha uma legenda horária que dizia: "Todas ferem, a última mata").
Por que antecipamos essa última hora?
É impossível a estatística dos seres humanos que morreram antes do tempo.
As inúteis guerras anteciparam-se aos relógios biológicos, que supostamente funcionavam muito mal noutros séculos.
(No tempo de Shakespeare, que tinha mais talento que todos os seus contemporâneos juntos, à excepção de Camões e Cervantes, com o quais teve combates nulos, a residência na terra não se prolongava mais além dos 45 anos. Uns com os outros, entenda-se)
No século XX, ou seja anteontem, menos um pouco mais de sete anos e dez meses, bateu o recorde de defuntos em magnífico estado de saúde.
As guerras levaram-nos adiante.
Agora o chefe das tropas dos EUA no Iraque, mostra-se partidário de ampliar a estatística e diz: "uma retirada seria catastrófica".
Não se sabe se há alguma catástrofe superior para a guerra continuar.
Que poupança de vidas suporia a retirada?
"A guerra não arruma nada", segundo Agatha Cristie, a novelista especializada em crimes de paz, já que ganhá-la é tão desastroso como perdê-la.
Como dizia, Gloria Fuertes, escritora e poetisa espanhola, quis ir às guerras, para pará-las.
Citei estas duas mulheres, já que suspeito que um mundo regido por elas, registaria menos conflitos bélicos.
Nada vai parar a guerra no Iraque por agora.
Acometer e matar é até fartar !
terça-feira, 30 de outubro de 2007
O MORTO VIVO



O directivo ou gerente mais famoso do terrorismo tem algo de místico com metralhadora e de cavaleiro de El Greco descoberto durante as Mil e uma Noites.
É como um dos apóstolos que segundo, Ramón Gómez de la Serna eram bacalhaus celestiais, mas o seu sermão é o inverso, já que não quer subir ao céu quanto antes, sem que subam os demais.
Temo-lo visto até há pouco em vídeos cavernículas e sempre com aspecto de convalescente, mas os serviços secretos franceses asseguram que já morreu, com um tifo pior que os outros, no passado ano de 2005, no Paquistão.
A notícia fornecida pelos serviços de espionagem, não foi nunca confirmada e muita gente não acredita.
Sabem que há muitos espias surdos e outros bastantes míopes.
Osama bin Laden foi declarado o Inimigo Público número um, até mais que o tabaco, que o era anteriormente mas que teve de ceder-lhe o lugar.
O presidente-terrorista Bush tentou localizar em toda a costa e em terra adentro o melancólico guerrilheiro saudita treinado pela CIA.
Depois do monstruoso ataque contra o World Trade Center de Nova Iorque, foi bombardeada minuciosamente a fronteira afegã-paquistanesa, mas parece-me que não acertaram no turbante do líder da Al Qaeda.
Que tenha morrido de umas tifoídicas em vez dum certeiro míssil que lhe tirasse a grandeza, ainda que deixasse intacta a sua crueldade.
Não duvido que haja isso que os estudiosos chamam, "aceleradores da História", mas creio que se não tivessem existido, Ghandi ou Hitler, para dar exemplos opostos, outros desempenhassem os seus respectivos papeis.
É igual, salvo para ele, que bin Laden esteja vivo ou morto.
A tensão islâmica continuará e há muitos e muitos suplentes!
domingo, 28 de outubro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
O MALBARATAR ! ! !




Pequenotes, jovens e adolescentes, vão para a escola com as suas carteiras, sacos, bolsas ou mochilas novas, os seus lápis de mil cores, novas esferográficas, novos cadernos e um sem fim de livros, novos também, que os pais foram obrigados a comprar, sem poderem aproveitar nenhum dos exemplares que os irmãos mais velhos, utilizaram no ano anterior.
Será que vão estudar novas matérias, novos textos?
Como se a sociedade, da física, da geografia, da própria história e da literatura, se é assim que chamam a essas disciplinas, para não falar em química, psicologia e por aí fora, tivesse mudado a uma velocidade tal que os editores apenas tiveram tempo de refazer os textos, imprimi-los, encaderná-los e enviá-los para as livrarias a tempo de sacar o dinheiro, aos pais dos alunos que se azafanam em comprar.
O direito à educação é um direito humano.
Uma educação que dê a todos os alunos, de qualquer credo, raça ou religião, as mesmas oportunidades.
Visto assim, simploriamente, a única escola que os iguala a todos seria a pública.
Não vou referir as subvenções para o ensino particular, para as diversas religiões e confissões, para que os jovens judeus possam ir à sinagoga, os muçulmanos à mesquita, os cristãos à igreja, onde cada um receberá a mesma educação baseada nos valores cívicos e no respeito da Constituição, a tolerância do pensamento alheio e demais doutrinas que hão-de regular a vida em sociedade e a convivência em paz.
Mas, além disso, voltando ao início desta postagem, todos os alunos das escolas públicas deveriam receber os livros grátis, como um complemento desse direito à educação, o que portanto, incrementaria a igualdade que preconizam os direitos humanos e a nossa Constituição.
Seria talvez a única maneira de poder reciclar os livros de texto, não só do ponto de vista ecológico, poupando um brutal gasto anual de toneladas de papel e tinta, como também uma forma de aproveitar os conhecimentos de um ano, para o seguinte, sem mais alterações que os reais e fundamentais, que porventura pudessem ocorrer, na nossa sociedade, na nossa geografia e na história contemporânea.
O esbanjamento e o desgaste das nossas fontes de energia não só se resolve aforrando água e electricidade, como também, toneladas de papel, que como todos sabemos, procedem do abate de árvores.
E quantas menos árvores, mais deserto, mais pobreza e maior desestabilização climática.
PENSEM NISTO SENHORES GOVERNANTES!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
RELAÇÃO DE BENS
Declaração de bens

Figura do "fisco"

A minha declaração!

Não me consta que esteja ou tenha sido suspensa.
A moda, não lhe vou chamar obrigação, das confissões ou declarações "em bolsa" ou "mercado de valores", dos candidatos a cargos públicos, (?) e políticos, ainda que a sua túnica esteja para ser levada para tingir, de divulgar os seus pertences e até as suas contas correntes, que deveriam ser extraordinárias, parece que ...
A verdade verdadeira é que não enganam ninguém, salvo o Fisco.
Todo o mundo sabe que, entre os subornadores e subornados, o número de ladrões em Portugal, aproxima-se muito do número de cães abandonados.
Por sabê-lo e até Putin o sabe, que para se defender das críticas pela deterioração dos DIREITOS HUMANOS na Rússia, disse que não tem nada que dizer, já que por essa Europa fora há políticos e até alcaides, (em Espanha), presos, por corrupção.
Dos vereadores, encarregues do Urbanismo, não falou, talvez porque não tivesse tido tempo de contá-los.
Defendo, com unhas e dentes, se necessário, que em vez duma declaração detalhada de bens, façam uma declaração detalhada, ONDE OS ESCONDEM.
Porque todas as investigações, de todos os casos que varrem de Norte a Sul, quer EDIS, quer os seus correlegionários do Urbanismo, descobriram negócios de duvidosa legalidade em milhões de euros, com, digo eu, vocação turística, pois foram depositados em paraísos fiscais, porque, apesar deste dinheiro ser a MERDA DO DIABO, não tem cheiro, nem deixa rastos ou pistas.
Onde foi parar?
Fazem-se estudos patrimoniais, bancários e imobiliários, mas há muitos ricos que declaram que estão tesos!
O que fazem não tem nome e por isso não há nada seu.
Com os ladrões, no nosso país, ocorre o mesmo que nas passagens de nível.
Se se tiram da circulação 500, para evitar acidentes, ainda restam 3000, ou seja não temos de temer a sua extinção.
Suspeita-se que parte do dinheiro de, por exemplo, requalificação de terrenos, pode custodiar os sócios do inqualificável tipo de requalificação.
Quem tem um amigo tem um tesouro, mas se ele participou no roubo, tem dois tesouros.
E se é cúmplice, tens algo mais que um amigo!

Figura do "fisco"

A minha declaração!

Não me consta que esteja ou tenha sido suspensa.
A moda, não lhe vou chamar obrigação, das confissões ou declarações "em bolsa" ou "mercado de valores", dos candidatos a cargos públicos, (?) e políticos, ainda que a sua túnica esteja para ser levada para tingir, de divulgar os seus pertences e até as suas contas correntes, que deveriam ser extraordinárias, parece que ...
A verdade verdadeira é que não enganam ninguém, salvo o Fisco.
Todo o mundo sabe que, entre os subornadores e subornados, o número de ladrões em Portugal, aproxima-se muito do número de cães abandonados.
Por sabê-lo e até Putin o sabe, que para se defender das críticas pela deterioração dos DIREITOS HUMANOS na Rússia, disse que não tem nada que dizer, já que por essa Europa fora há políticos e até alcaides, (em Espanha), presos, por corrupção.
Dos vereadores, encarregues do Urbanismo, não falou, talvez porque não tivesse tido tempo de contá-los.
Defendo, com unhas e dentes, se necessário, que em vez duma declaração detalhada de bens, façam uma declaração detalhada, ONDE OS ESCONDEM.
Porque todas as investigações, de todos os casos que varrem de Norte a Sul, quer EDIS, quer os seus correlegionários do Urbanismo, descobriram negócios de duvidosa legalidade em milhões de euros, com, digo eu, vocação turística, pois foram depositados em paraísos fiscais, porque, apesar deste dinheiro ser a MERDA DO DIABO, não tem cheiro, nem deixa rastos ou pistas.
Onde foi parar?
Fazem-se estudos patrimoniais, bancários e imobiliários, mas há muitos ricos que declaram que estão tesos!
O que fazem não tem nome e por isso não há nada seu.
Com os ladrões, no nosso país, ocorre o mesmo que nas passagens de nível.
Se se tiram da circulação 500, para evitar acidentes, ainda restam 3000, ou seja não temos de temer a sua extinção.
Suspeita-se que parte do dinheiro de, por exemplo, requalificação de terrenos, pode custodiar os sócios do inqualificável tipo de requalificação.
Quem tem um amigo tem um tesouro, mas se ele participou no roubo, tem dois tesouros.
E se é cúmplice, tens algo mais que um amigo!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
POLVO GIGANTE
Depois de batido nestas pedras, deve estar tenrinho!


Um polvo gigante, de 12,40 metros de comprimento e 13 toneladas de peso, que não era visto há 107 anos.
Não vi a entrevista e por isso não sei quem o viu pela última vez, mas que apareceu e morreu numa praia do sul do Chile, informou esta quarta-feira o Centro de Conservação Cetácea de Santiago (CCC), parece-me que não há dúvidas.
O animal foi inicialmente confundido com um "monstro marinho", ou uma baleia extraviada e moribunda, mas os cientistas confirmaram que se tratava de uma espécie de cefalópode, do qual não existiam notícias desde 1896, quando um polvo similar foi encontrado na Flórida (Estados Unidos).
A descoberta ocorreu no dia 24 de Junho na área de Los Muermos.
A capitania naval do porto da aldeia de Maullín, na costa do Pacífico, ao sul da cidade de Puerto Montt, 1.000 km ao sul de Santiago, alertou o CCC.
Depois do exame do animal, da análise de fotografias, medições e da extracção de tecidos, foram enviadas amostras e antecedentes para grupos de pesquisa de França, Itália e Estados Unidos, além de chilenos, para estabelecer a classificação, disse a ambientalista Elsa Cabrera, do CCC.
O zoólogo italiano Lorenzo Rossi, especialista em fauna marinha, um dos primeiros a receber as fotografias, afirmou que o polvo de Maullin é igual ao encontrado nos Estados Unidos há mais de um século.
Não sei se já anteriormente o tinha visto.
Só sei que, eu que procuro a fama há tantos anos, não me importava de o transformar em filetes, passá-lo por ovos de avestruz e … talvez tivesse dificuldade numa frigideira, onde o pudesse frigir ..., mas arranjar-se-ia.
Depois.
Bem, depois, era um arroz malandrinho, com os restos do malandro do bicho e um lugar no Guiness, para fazer a digestão!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
FAZEM FALTA DETECTIVES

A investigação sobre as comunicações foi uma das chaves para deter os responsáveis do maior atentado da espamósdica história.
Pena foi que não o tivesse sido feito com a antecipação, anterior ao 11 de Março em Madrid de 2004, que foi o dia em que tudo mudou e não só as eleições, na nossa vizinha Espanha.
Os terroristas utilizaram telefones móveis, mas o móbil do crime não foi unicamente a vingança.
Em vista disto, uma nova lei atingirá os usuários anónimos do prático e malévolo artefacto: o mau é que são quase 18 milhões.
Não se sabe como se poderá alcançar isso, mas quere-se fazer.
As companhias telefónicas, espanholas, estarão obrigadas a conservar durante um ano, os dados das comunicações dos seus clientes.
Para o caso de ser pouco, o sonho orweliano complica-se, em busca da perfeição e também ter-se-á que exigir aos quiosques que vendem cartões pré pagos a identificar os compradores e encher um livro de registo, que alcançará cada semana o tamanho da lista telefónica.
O governo faz muito bem em combater a delinquência e para isso não há nada melhor que suspeitar de cada um de nós.
Claro que a vigilância massiva tem um preço, para além das dificuldades técnicas: uns milhares ou milhões de euros.
O inimigo é o número, não porque o inferno sejam os outros, que não é verdade.
Mais a mais, estas coisas imitam-se: os responsáveis pela grande trama da dopagem, em Espanha, querem, que a declarem mais 59 ciclistas, incluídos os estrangeiros.
Quiçá estará próximo o dia em que seja necessário controlar os controladores.
Para que não exagerem.
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