sábado, 30 de junho de 2007

- Já fui pobre e já fui rica. Rica é melhor !

PENSAR EM ÁRVORES !!!















Miguel, nome que descobri mesmo agora, creio que tem 4 anos, diz que se vai dedicar a PENSAR em árvores.

A sua mãe é professora de Biologia e o seu pai professor de Filosofia, assim ele escolheu um caminho intermédio para não ficar “de mal” com os progenitores: PENSAR em ÁRVORES.

A mim, os professores, seja qual seja a matéria que leccionam, fazem-me muita inveja sobretudo pelo calendário das férias, pois sei que ficam deprimidos e muito, por só poderem gozá-las no mês infernal e mais caro do ano.

Todos, menos os pais de Miguel, que quando amanhece, embarcam na difícil tarefa de atravessar realidades nacionais: um vai até Ponte da Barca e o outro até Baião, (caminhos cruzados no “infinito”).

Miguel, fica no Porto, a idade não lhe permite conduzir, com o firme e enraizado propósito de PENSAR em árvores, que, de momento, são também seres pouco viajantes.

Noutro dia pus-me a pensar em árvores para ver o que ocurria.

Devo ter um neurónio de lenhador e comecei a pensar em ÁRVORES DEFUNTAS e logo em AUTARCAS.

De repente lembrei-me de uns sobreiros, coisa pouca, talvez uns milhares, para construir ricos “abarracados”.
Talvez sejam substituídos por palmeiras, plantadas em vasos de vergonha.

Também pensei em mulheres que abraçam árvores, como num filme, cujo nome também foi abatido do meu “ficheiro”, mas em que se vê, Carlota Valdés, (Kim Novak), a assinalar um antiquíssimo círculo numa sequóia e a dizer: “eu nasci aqui”.

É uma cena que sempre me inquieta e me emociona.

Continuando a pensar, pensei numa alfarrobeira numa vila algarvia, porque um dia perguntei uma direcção a um habitante local e ele disse-me:

- Siga até chegar a uma grande alfarrobeira e depois vire à esquerda.

Estive uma data de tempo a admirar árvores, até que descobri a maldita alfarrobeira e que me ficou gravada na memória das minhas dores musculares.

Descobri que pensar em árvores relaxa e, o que inventou a estupidez, essa das árvores que não te deixam ver o bosque, era um vesgo ou zarolho sem imaginação.

Já decidi que quando for grande, só vou pensar em árvores!


- Não há países sub-desenvolvidos. Existe sim, países sub-administrados !

“OBVIEDADES” dos POLÍTICOS













(Estátua em bronze de Baltasar Gracián, salvo erro em Saragoça)



Dizia Frank Billings Kellog, secretário de estado dos EUA entre 1925 e 1929, que “o silêncio é uma das coisas mais difíceis de refutar”.

As generalizações são geralmente um equívoco.

E tanto é assim que dizê-lo é um erro, porque também é uma generalização.

Por isso não quero dizer que essa generalização deixe de conter uma verdade dificilmente refutável.

Com talento igual, Schumpeter, (importante economista do séc. XX, se não o maior, um dos mais importantes, segundo Joseph Alois), disse, meio século depois que “não há nada mais difícil de demonstrar que o óbvio”.

Seguramente há tão poucos especialistas em calar, ainda que seja na versão de disfarçar os silêncios de discursos cheios de palavras vazias e tantos peritos em “obviedades” que não necessitam de demonstração.

Tomem como exemplo qualquer das declarações dos políticos que ontem disseram com toda a seriedade:

“São os cubanos que devem definir o seu futuro”.


“A situação em Gaza é alarmante”.


O acidente do metro de Valência, não era “nem previsível nem evitável e dele não deriva nenhuma responsabilidade política”.


A queda da ponte de Entre-os-Rios, era uma miragem muito ténue, mas “a culpa não morrerá solteira”.


“A paz no país basco, é um processo irreversível”.


Etc., etc. ...

Converter em vantagem o inconveniente, a desgraça em estímulo, os erros próprios em perversidades alheias é a obsessão dos políticos
.

Parece que acabaram de descobrir o truque que revelou Baltasar Gracián*: o de “El Gran Capitán (de Juan Granador)” quem, tendo pegado fogo à pólvora, naquela memorável batalha de chirinola, (trapacice), animou as suas gentes dizendo:

“Ei! Não é uma desgraça, mas sim o clarão da nossa pronta e resplandecente vitória”.

Alguns políticos no poder devem ter a “Argúcia e a Arte do Génio”, na mesa de cabeceira, aberto no discurso XVIII, onde Gracián fala dos artifícios, da inventiva e das tropelias do engenho.

Por isso, em lugar de se calarem, conseguindo que nada possa refutar as suas banalidades, dizem OBVIEDADES com a confiança de que nada nem ninguém lhes exigirá uma demonstração.

ILUMINADOS!!!

* Baltasar Gracián: 1601/1658, escritor espanhol, jesuita, teólogo, filósofo e literato, escreveu, entre outros, El Criticón e Tratado de Agudeza Y Arte de Ingenio.
- Se agires com dignidade, podes não consertar o mundo ... Mas podes ter a certeza de uma coisa: Na terra haverá sempre um canalha a menos !

ESCALADA DE CORRUPÇÃO !!! (?)




































Através dos anos e mais propriamente nos últimos tempos, acumulam-se as informações sobre episódios de corrupção urbanística ou, pelo menos, sobre a aparição de graves indícios que parecem revelar a sua existência.

Seja o gigantesco escândalo Portucale em Benavente, ou lá como se chama o mega-empreendimento do grupo GES, da Herdade das Comportas, onde se abateram CRIMINOSAMENTE, (a bem do DINHEIRO), árvores insubstituíveis, (há sempre eucaliptos para substituí-las) e da alienação de parte dos apetecíveis terrenos agrícolas da Companhia das Lezírias, da Mata de Sesimbra, dos terrenos que por trocas e baldrocas, apareceram na posse do FCP, sejam casos de menor impacte, mas igualmente insertes na mesma disciplina, (de lesa-pátria ou património), como faltará saber o que se passou no Marco, no tempo do ditador, digo, dum tal Avelino, em Oeiras com o impado Isaltino, em Gondomar, onde um pobre “laranjal” em menos tempo do que numa florestação normal, começou a dar melões grandiloquentes!

Todos estes casos e outros ... deveriam ter accionado um apertado controlo, ou para aplacar os puritanos da língua e evitar o galicismo, FISCALIZAÇÃO, sem cores nem partidos.

Mas o dinheiro é um vilão. Não tem mesmo cor política!

Há uma rede inefável em extensão de suspeitas delitivas, que põem em relevo casos de especulação que aparecem ou parecem estar associados a decisões urbanísticas, que podem muito bem e a olho nu, sugerir a existência de inconfundíveis irregularidades.

A construção desenfreada quase encimada nos cursos de água ou a bordejar as ondas dos mares, a gigantesca compra de terrenos na OTA, (dada a temporalidade da sua compra, PORQUÊ e PARA QUÊ?), a construção de campos de golf, onde só se vê aridez, mas por satélite sabe-se que existem importantes lençóis freáticos e casos menos mediáticos ...

Por acréscimo, a quantidade de recursos que se manuseiam no URBANISMO é de tal amplitude que a capacidade corruptora de determinados “promotores” sem escrúpulos é assombrosa: basta ver a sombra de subornos que se ouvem por quase todas as autarquias.

Se bem examinada a natureza dos escândalos, talvez se chegue à conclusão de que, a imensa maioria dos casos de corrupção, só são possíveis, graças à autonomia autárquica em matéria de urbanismo, quase em exclusividade de competências, (muitas vezes por ignorantes em urbanismo e sem qualquer conhecimento de tal matéria), sem que as comunidades onde se inserem E QUE OS ELEGEU sejam tidas ou achadas.

Nos estados modernos, seja qual seja a sua estrutura teórica unitária ou federal, a tendência encaminha-se para aplicar o princípio da subsidiaridade muito visível na UE, que atribui a cada escalão político-admnistrativo as competências que melhor e mais eficazmente podem desempenhar.

Por tudo, deverão ser modificadas as normas ou leis, de acesso à corrupção, modificando as etapas resolutivas e decisórias do urbanismo.

Isto se queremos um crescimento harmonioso e ordenado, com recursos acomodados à procura e onde se respeitem os cânones ambientalistas, paisagistas e onde se introduza definitivamente o conceito de sustentabilidade, teremos também que envolver as autarquias num relacionamento aberto, outorgando ao Estado o papel de harmonizador.

Se não se adoptarem decisões de verdadeiro calado, teremos que carregar com o actual crescimento desbragado e desordenado de um urbanismo que altera todos os equilíbrios e, muito provavelmente ver-nos-emos constantemente constrangidos a sofrer uma corrupção que, tal como está concebido o desenvolvimento imobiliário, converteu-se num sub-produto persistente, associado à especulação dos solos e da habitação, vejam-se os casos dos náufragos, Valentim, Fátima, Isaltino e outros, que se agarram a tudo e a todos, para continuarem a senda do vício.

- O sexo é como uma estação de serviço: às vezes recebe-se um serviço completo, outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service !

“STRESS”, “ESTRESSE”, “PRESSÃO sobre TENSÃO”, “TENSÃO E PRESSÃO FÍSICAS” ? ? ?
































Admiro e invejo a capacidade de certos artistas para pôr em palavras carregadas de humor, situações quotidianas da vida e, ainda por cima, ter a generosidade de colocá-las na Internete, onde muitos outros, menos artistas que eles, podem desfrutar e juntar-lhe um pouco de centelhas ás suas vidas, (sem terem que encher o estômago de “borbulhas”).

Uma dessas criações é a que trata o esforço, pressão ou tensão sobre o “nosso esqueleto”, mais vulgarmente designada por “stress” onde se enumeram algumas razões de sobra que o cidadão que anda de pé, tem para sentir esse esforço, pressão ou tensão, (sentir-se “stressado”), tais como, ter que trabalhar dentro e fora de casa, fazer amor, dormir, lavar-se, beber água suficiente, tomar as vitaminas, minerais, fibra, os carboidratos, bananas para o suprimento de potássio, lavar os dentes, manter a casa limpa, regar as plantas, cumprimentar ou saudar os pais, levar o cão a passear e a cagar no passeio ou jardim público, com a certeza que, qualquer outro, com a sola dos sapatos fará a limpeza do nosso egoísmo, ler os jornais, fazer amor, caminhar ou fazer algum exercício físico, voltar a beber mais água ..., fazer exercícios mentais para se exercitar de maneira a conseguir esticar o ordenado, até ao limite do dia anterior em que receberá um novo e, muito importante, COMER DONUTS, não pelo seu sabor, mas para que tenha um dia redondo.

Ah! E claro ... gastando o mínimo de tempo possível em cada uma das obrigações.

Veremos que necessitamos de 29 horas.

Se frequentar a igreja, o padre ou o bispo a mando do criador, dar-lhe-ão a única possibilidade: fazer diversas coisas ao mesmo tempo.

Por exemplo, enquanto tomar banho, vai bebendo água.

Ao mesmo tempo que se enxuga, pode comer os donuts, metendo a banana com o potássio, pelo “buraco negro”, (vulgarmente designado por cu), acima.
Ao sair do banho e enquanto caminha, pode fazer amor com a sua companheira, utilizando a posição ensinada pelo Kama Sutra, denominada “carrinho de mão” e colocar uma vassoura no cu, para ir varrendo o chão e entretanto a sua parceira, vai lendo em voz alta o jornal do dia.


Não se esqueça de manter uma mão livre para saudar os seus pais.


Pois bem, isto será um plano de sacanagem, mas é a verdade.
Andamos metidos num vórtice impressionante, obrigando o nosso corpo a descargas terríveis de adrenalina, com a lógica negativa consequência para a saúde.


O “stress” aumenta a frequência cardíaca, a pressão arterial e a procura, por aumento, do consumo de oxigénio.
Portanto, adoptam-se hábitos nocivos, consomem-se fármacos, drogas, má alimentação ...


E terminamos com afastamentos familiares, separações e divórcios.
O mau humor, a apatia, a falta de participação, o absentismo e a depressão, são consequências do “stress” laboral.


“Stress” que influi notoriamente na produtividade laboral.


Passámos da necessidade de um nível moderado de “stress”, útil para conduzirmos a vida, a um angustiante desdobramento ou transbordamento da ansiedade, sem saber muito bem como eliminar tudo.
E, claro, para grandes problemas ... pois proliferam como cogumelos, as mais inverosímeis soluções: exercício, alimentação cuidada, relaxação, massagem, meditação, estiramentos, tai chi ... como se tivéssemos tempo para eles.


Estamos a dizer que nos sentimos fodid..., quer dizer lixados e mais intimidados que os germes do WC Pato e então vamos para massagens e exercício.


Vamos, se tivéssemos tempo para isso, o que não teríamos com toda a certeza, era nenhum tipo de “stress”.
Está bem tentar baixar os níveis de toxinas no sangue e fazer o possível para aumentar as endorfinas, as serotoninas e as outras “inas” que nos fazem sentir felizes.

Mas de forma segura, sem tanto cansaço para o corpo, creiam, se conhecem algum médico que se deixe subornar ... deitem-lhe a mão e peçam-lhe que vos prescreva umas longas férias num local desconhecido e inacessível, mesmo para os todo-o-terreno, desapareçam durante umas quantas semanas e façam, exactamente, aquilo que o corpo lhes pede.

E então sim, na volta, falaremos do que é “stress”!


- Já alguma vez ouviu um espermatozóide gritar? Então, antes de engulí-los, experimente primeiro trincá-los !

ELECTRICIDADE EM PÓ ???































Um futuro livre do emaranhado de fios e cabos necessários para ligar aparelhos electrónicos parece estar mais próximo. Cientistas americanos conseguiram transmitir com sucesso electricidade entre dois aparelhos sem o uso de cabos ou fios.

Na experiência, realizada por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatada na revista científica Science, foi acesa uma lâmpada de 60 W localizada a dois metros de distância da fonte de energia.

Segundo os cientistas, esta tecnologia, chamada de "WiTricity" em inglês, (ou electricidade sem fios, na tradução livre), vale-se de elementos básicos da física e pode ser usada noutros aparelhos, como portáteis.

"Não há nada nesta tecnologia que impedisse que fosse inventada 10 ou 20 anos atrás", afirmou o professor John Pendry, do Imperial College London, que assistiu aos testes.

O professor Moti Segev, do Israel Institute of Technology, considerou a experiência "realmente pioneira". A equipa de cientistas já tinha desenvolvido uma teoria a respeito dessa tecnologia em 2006, mas esta foi a primeira vez que foram feitas experiências.

O sistema funciona criando um campo magnético entre duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho electrónico (a lâmpada, no caso da experiência).
A lâmpada acendeu-se mesmo quando foram colocados objectos entre ela e a fonte de energia.

Segundo os pesquisadores, o sistema utiliza o do princípio da ressonância, que faz com que um objecto vibre com a energia de uma determinada frequência.

Quando dois objectos têm a mesma ressonância, trocam energia sem afectar os outros objectos ao redor.
Na experiência foi explorada a ressonância de ondas electromagnéticas de baixíssima frequência.

De acordo com o professor Pendry, o uso de ondas electromagnéticas de baixa frequência também garante a segurança do sistema, que não apresenta riscos significativos para a saúde humana.

Os cientistas chegaram a posicionar-se entre a fonte de energia e a lâmpada para provar que era seguro, apesar de ainda não haver estudos sobre possíveis efeitos de longo prazo.
- Sou ateu, sim, sou. Levei muito tempo para dizer isto. Tenho sido um ateu ao longo dos anos, mas de nenhuma maneira me senti, que era intelectualmente inaceitável dizer que alguém é um ateu, porque isso assumia um conhecimento que ninguém tem. De qualquer maneira é melhor dizer que alguém é um humanista ou agnóstico. Não tenho a evidência para provar que Deus não existe, mas suspeito tanto que ele não existe que não quero perder o meu tempo."
Isaac Asimov

IMPRUDÊNCIAS ...































Há poucos dias os grandes jornais diários, bem como as televisões, abriam as suas edições com o mesmo título:


“ A subida das taxas de juro, ameaça a economia das famílias hipotecadas”

Com efeito, o BCE, decidiu subir em 0,25 pontos percentuais as taxas de juro, fazendo juz ao que o presidente da instituição já dissera anteriormente:

“o preço do dinheiro vai encarecer”.

Cada “quartilho” de aumento significa que a quota mensal de uma hipoteca, engorda significativamente.

Tudo isto deverá ter repercussões macroeconómicas, (uma redução do consumo e um abrandamento do crescimento), mas o impacto mais penoso é sobre a economia familiar:

milhares de famílias, estão amarradas por uma hipoteca, que agora pode ir até aos 50 anos, (?), de prazo e expostas a que a arbitrariedade do preço do dinheiro, as abocanhe a um aperto financeiro insuperável.

Como mínimo, cabe falar de IMPRUDÊNCIAS!

Das instituições financeiras, que não avisaram com suficiente ênfase aos seus clientes o risco que assumiam e o próprio Estado, que tolerou e tolera o abuso, que não limitou o risco e que não impôs a obrigação de proporcionar aquela informação.

Daquelas alegrias provêm agora estas graves preocupações !

- A mais alta das torres começa no solo !

ASPIRINA CONTRA A INFLACÇÃO !!!






















Remy de Gourmont, que foi demitido do seu cargo na Biblioteca Nacional de Paris, em 1883, pelo “seu escasso patriotismo”, dizia que:


“A política depende dos políticos mais ou menos como o tempo depende dos astrónomos”.

Se vivesse hoje, diria que “a inflação depende dos juros, algo parecido como as chuvas dependem dos meteorologistas”.

E haveria de dizer, nada mais saber que o BCE, (Banco Central Europeu), subiu um quarto de ponto os tipos de exclusão de que é necessário conter a inflação na zona euro.

Não sei se é a 5ª., 6ª. sabado, ... ou ... qualquer número de vezes, que os juros sobem, atingindo níveis há muito esquecidos ...e já com novas ameaças ...

Para escurecer um pouco tão “cegadora” claridade, Jean-Claude Trichet, o deus, desculpem, o presidente da instituição, que manda pouco mais que os meteorólogos sobre o tempo, ou os políticos sobre a economia, disse que tomou esta decisão para “ancorar as expectativas a longo prazo a níveis de acordo com a estabilidade dos preços”, um achado sublime da Idade da Pedra Lascada, na bem nutrida geringonça, de isso que chamamos autoridade monetária.

As subidas do preço do dinheiro, são relativamente eficazes quando se trata de evitar um reaquecimento económico.

MAS NÃO!

Quando a inflação não é da procura, mas sim do custo de vida; não é importada, mas sim estrutural; não se deve à pressão dos salários, ou ao pleno emprego, mas sim aos deficites orçamentados.

Como explica a teoria do “supply-side”, a inflação, não se deve, a que o aumento da massa monetária exceda a procura do dinheiro, mas sim à incapacidade de regular a economia mediante medidas fiscais, REDUÇÃO DOS GASTOS PÚBLICOS, do controlo dos salários ou a fixação de tipos de câmbios ou taxas de juro, patrióticas.

Quando existe uma moeda comum, em economias estruturalmente muito diferenciadas, em que 40 a 80 % da inflação se deve aos preços do petróleo, a subida das taxas dos juros, por si mesma, é tão útil como uma aspirina contra os calos ou o HIV!


- Apesar de muita riqueza ter sido adquirida por métodos escusos, a pobreza como tal, não é uma virtude !

ARRUMADORES














O descanço de uns é o negócio de outros.


Bem o sabem os donos de hoteis, restaurantes, centros de lazer, discotecas, lojas de modernices, agências de viagem ...


E a talhe de foice, aparecem esses “escalavrados” arrumadores improvisados, que florescem como cogumelos junto das zonas de aparcamento, quer a pagar, mas principalmente nas gratuitas.

Mas só podemos supor gratuitas, porque na prática, sempre acabamos por desembolsar uma moeda de 50 cêntimos, que a carestia da vida a todas invade, se tens sorte de a levar entre os trocos, porque se não levares moedas diversas, terminas a desembolsar um euro inteirinho.

Ficar sem ele e com a sensação de que te perdoaram a vida.

Não é só a vocês, a mim também me intimidam, sobretudo quando o pedinte de serviço apresenta indícios mais que ostensivos de que o dinheiro o vai empregar em qualquer coisa menos comida, nem que seja uma sanduíche.

Alguns fulminam-te com o olhar se ousas dar menos de 50 cêntimos ou 1 euro, por falta de moedas.

Se te concentrares bem e usares a imaginação, inclusivamente podes ler na sua cabeça, que deve ser algo parecido: “Oxalá que ...” Para não escrever outros insultos muito menos diplomáticos.

O mais triste de tudo é que o assalto do “escalavrado arrumador”, constitui a gota que transborda do recipiente, pois antes de estacionares o veículo, gastaste quase uma hora a dar tombos, procurando o aparcamento como um louco, exposto a uma fractura no pescoço de tanto olhares para um e outro lado, com as costas coladas ao assento, pelo suor, constantemente a pisares o pedal do travão, por cada “asno” que te aparece a atravessar a via ... Um desastre.

E quando finalmente localizas os cerca de 13 metros quadrados de asfalto ou paralelogramos com que sonhaste, aí está ele, o pesadelo, o teu amigo do aparcamento, dando-te instruções de como estacionar, indicações que justificam a dádiva que te irá chagar, como realmente lhe importe alguma coisa, que o teu carro bate ou roce no do vizinho.

Começo assim a confundir a solidariedade, com o ser levado no “conto”.

Porque me vejo obrigado a pagar por algo que é grátis?

Por que é que em lugar de reclamarem moedas, não me pedem que os convide para um pequeno almoço ou outra qualquer refeição?

Por que não aparece a polícia para proteger os meus direitos a estacionar sem que nada me agonie.

TENHO MESMO QUE SEGUIR AS INDICAÇÕES DAS AUTORIDADES MUNICIPAIS E TROCAR O VOLANTE PELO TRANSPORTE PÚBLICO !!!

- Mensagem: o seu saldo sexual apresenta um valor negativo de 30 quecas! Sugerimos que proceda a uma recarga ... obrigado !

Acabou-se o limbo! (desculpem, mas não sei qual o nº. do decreto)
















À procura do limbo!














FUMEI 5, SIM! cinco, maços, ou pacotes de Sg Gigante!!!


Um dia, ao começar o trabalho de profissão liberal, eram 19,30 h, tinha acabado o 5º. (QUINTO MAÇO de SG), tive sorte, pois apercebi-me que tinha fumado muito.
Disse para comigo: "tabaco nunca mais"
Tive sorte, já passaram 12 anos ...



Mas não é disto que vou falar, quer dizer, escrever ...

DEIXE de FUMAR e JÁ... ÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!
Não pode haver retorno!
Por isso é que os homens têm tomates e as mulheres ovários!
PELA SUA SAÚDE, DEIXE O CIGARRO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A vida necessita de viveres, ("vivêres", de vida e não víveres, de alimentação), para continuar a viver.

Se a sinistra da educação, fosse uma pessoa normal, não haveria polémicas e a charrua continuaria a lavrar, incessantemente a terra.
Assim haverá desemprego e talvez fome de ... alfaces ou pencas!

Se o Carlos Cus, se limitasse a apresentador e a viver a vida particular de família, não seria um PEDÓFILO ! E portanto um energúmeno que já deveria ter sido capado, mesmo antes de julgado.
Os tribunais dão ou não razão, conforme ... (disse conforme e não, COM FOME) ...

Bem ..., mas vamos ter um novo aeroporto.
O amigo do amigo, descobriu que o garimpo ainda está na moda e rende balúrdios de notas e comprou terrenos ... ao preço da uva mijona, por uma coincidência coincidente, no local da Ota, onde surgirá um novo poiso para os abutres!
É por isso que alguns acertam nos Euromilhões e eu não!!!!!!!!!!!!

Onde ? Aonde ?
Talvez onde o dinheiro brilhe mais! É a penitência do povo português.

Grande povo! Até paga, para o banco lhe guardar o dinheiro.
O colchão já não é seguro ...
Os ratos estão por todo o lado ... e róiem-nos tudo!

Agora até já podemos morrer em andamento e não numa qualquer cama dum hospitalzeco!
Que felicidade, morrer a ver a paisagem através da janela duma ambulância.
Até na morte temos sorte e somos felizes, morremos contentes.

Talvez sigamos embalados para o limbo ... desculpem mas parece ter sido eliminada esta eliminatória.
Agora ... que nos enxameiam a vida de mentiras e aldrabices.
Só gostava de saber quem foi o escriba, que nos legou o que dizem ser a "bíblia".
Nasci assim, curioso, sou assim curioso, vivo na curiosidade e vou morrer sem saber a resposta que NÃO EXISTE !!!

Ah! existe!

Então digam-me onde estão os fundamentos, escrituras, papiros, jornais da época, etc.
Algo que me tire o cepticismo !
Não há?
Mostrem-me a verdade, com palpáveis e não dogmas!!!!
Morremos e vamos directos ... o papa que me desculpe, mas esqueci-me do caminho!
Felizes os pardais que sabem onde termina tudo. Na estômago dos gatos.

Talvez ainda vá a tempo de ter no Google Earth a mensagem do sumo do pontífice.
Só a mensagem, pois o sumo, que o distribua pelas pias bentas dos seus faustosos aposentos.

Nem sei para onde vão as almas dos filhos da put... , desculpem, ás vezes as palavras são escorregadias e fogem-me ... quer dizer dos padres e outras hierarquias.

O cemitério dos vivos-mortos foi extinto.
Quem morrer, mesmo inocentemente tem que ser portador de certificado.

Não seria melhor manter tudo como estava ???
Ou a "lei" é só para os que o 3º. reich, desculpem , a 3ª. leva não "grama"?

Na igreja sempre foi assim, uns são filhos de padres, outros de bispos ou arcebispos ... afinal como em tudo na vida !

- O rio atinge os seus objectivos porque aprendeu a contornar os obstáculos !

MARINHEIROS EM TERRA !!!


















Contam as crónicas que a profissão de pescador se vai extinguir, como se duma oscilante chama de vela se tratasse.

O elevado preço dos combustíveis, que atingiu proporções “elefantescas”, (desculpem o termo, talvez seja eu o primeiro escriba de tal anormalidade. Mas que querem ? Não percebem o texto ? Ah! então continuem ...), mais os impostos por um lado e a escassez de espécimes marítimas permitidas, para trasladá-las do mar ao prato e deste ao estômago, por outro, estão a influenciar de forma decisiva o sector, ao ponto de muito pescadores, principalmente os mais novos, irem desertando das redes, para enrodilharem-se noutras actividades menos arriscadas, no sentido vital e no económico.

O número de embarcações, por todo o lado, caiu a pique, para números irrisórios, se comparados com os de algumas dezenas de anos.

“Depois dizem que o peixe está caro”.

Frase cunhada por algum sábio, que conhecia muito bem os meandros da profissão e, com o decorrer dos anos, podemos aplicá-la em muitas, (imperativas, sem direito a recurso), ordens da vida, completamente alheias à pesca.

Mantenho o critério de que os pescadores e mineiros, estão enquadrados nas profissões mais penosas, na acepção de trabalhosas e de grandes dificuldades, de quantas se realizam manualmente, ainda que não NOS podemos esquecer das tarefas agrícolas, apesar da infinidade de citadinos e passeantes urbanos ignorem em que condições se realizam, assim como o Sindicato da Construção, actividades estas, (duas últimas), que vamos passando descuidadamente aos emigrantes, (sobre este assunto, “há muita lenha para queimar”, que tornam públicas, ou deviam tornar, muitas “corruptelas”, sem se chamuscarem nas labaredas).

A questão é que, os pescadores, curtidos a golpes de mar e sol - nada têm a ver, com o que os turistas procuram - inclusivé, ás vezes, deixando as vidas nas tempestuosas águas, quando a sua obstinada bonança se torna em traiçoeira tempestade de não melhorar a situação em que se encontram actualmente, é possível que no futuro não existam mais referências sobre eles, que as que se encontram nos arquivos ou bibliotecas.

Os seus proventos, nesta altura, são miseráveis.

Daí que a diáspora da gente do mar, seja constante.

Ficam muito românticamente representados em operetas cómicas e zarzuelas, como, Marina - Los Gavilanes - La Tabernera del Puerto, etc., mas neste caso, estão a ser arrojados a terra, pelo mar embravecido, como em inúmeras ocasiões, mas é remar contra a maré, nas reais circunstâncias impossíveis de superar durante muito mais tempo.
- Uma noitada em que todos os presentes estão absolutamente de acordo é uma noitada perdida ! (Albert Einstein, físico alemão, 1879-1955)

A FÓRMULA do COSMOS








Em 1919, um professor auxiliar de matemática chamado Theodor Kaluza, que leccionava na Universidade de Könisberg sem qualquer vencimento, pegou nas equações da relatividade que Einstein havia escrito três anos antes e, por alguma razão que só um matemático poderá explicar, juntou-lhes uma quarta dimensão espacial.

Anteriormente existia, altura, largura e profundidade e agora passou a haver, altura, largura, profundidade e essa quarta coisa que se não pode imaginar, mas sim manejar com as ferramentas analíticas da geometria que não fazem destrinça entre os objectos reais e os fantasmagóricos.

O resultado dessa gratuita extravagância foi realmente assombroso.

A relatividade geral é um conjunto de equações que descrevem o comportamento da gravidade, uma das forças fundamentais que se conheciam na época.

Mas quando Kaluza lhes adicionou uma quarta dimensão espacial, apareceram, além disso, outras fórmulas diferentes. Kaluza, reconheceu-as de imediato.

Eram exactamente as fórmulas que James Maxwell havia escrito 40 anos antes para descrever o electromagnetismo, a outra força fundamental conhecida na época.

Duas grandes teorias desconexas, formuladas para explicar duas forças totalmente distintas, convertiam-se numa só teoria unificada sem mais que propor a existência de que nada havia visto nunca, a quarta dimensão.

Mas que diabos significava tudo aquilo?

Kaluza escreveu um rascunho do seu trabalho e, à falta de melhor destinatário, enviou-o directamente para Einstein.

“A minha escrita”, escrevia um imodesto Kaluza, “possui uma sedução de um acidente caprichoso”.

Einstein, para se dizer a verdade, ficou petrificado, respondendo-lhe que as suas ideias eram extraordinariamente originais e animou-o a publicá-las numa revista científica.

O artigo apareceu em 1921, graças à intervenção do próprio Einstein, que acabava de receber o prémio Nobel.

Cinco anos depois, apercebendo-se que Kaluza continuava como professor auxiliar em Könisberg – o matemático, devia ser um dos poucos académicos da história ocidental que conservava um subemprego deste tipo, durante um quarto de século -, Einstein disse a todos que Kaluza era um inovador e que seguramente merecia algo melhor que aquele lugar humilhante de matemático e que raramente era remunerada.

Mas não foi só por isso.

O tema da 4ª. Dimensão pôs a pensar a comunidade científica, já que se tinha esgotado o pensamento com “O Homem Invisível” de H. G. Wells.

Kaluza era um teórico convencido.

Não sabia nadar, mas mais ou menos na mesma altura que enviou o rascunho a Einstein, leu um livro de natação e atirou-se à água.
O seu filho assegura que só com os conhecimentos teóricos adquiridos pela leitura do livro, começou a nadar sem qualquer problema.

A sua intuição sobre a unificação das forças físicas, também acabaram por saír nadando, ainda que demasiado tarde para conseguir uma boa promoção na Universidade.

Unificar todas as forças fundamentais – que agora são quatro em vez de duas – é o seu Santo Graal da física teórica e as maiores esperanças de alcançá-lo estão depositadas numa teoria de suposição ou hipótese, que propõe que o mundo não tem já quatro dimensões, mas sim dez.

Curiosamente, os fundamentos matemáticos da teoria das hipóteses foram desenvolvidos no século XVIII pelo grande matemático suiço, Leonard Euler, que supostamente não pretenderia chegar a nenhuma unificação das forças fundamentais, nem nada parecido.

Se a teoria da suposição ou hipótese resulta correctamente, o segredo mais profundo do cosmos não terá sido descoberto pelos físicos, mas sim, inventado pelos matemáticos.
- As melhores coisas da vida são grátis, caro é o motel !

TELEMÓVEIS









No Corão pode ler-se, entre outras revelações que lhe disse pessoalmente Deus a Maomé, que "quando os vossos inimigos se lancem contra vós, o vosso Senhor fará chegar um reforço de cinco mil anjos seus, que arremetarão contra aqueles".


É um notável incremento de tropas sem dúvida e mais a mais, um antecipar da aviação de guerra, tão decisiva em posteriores contendas.


A promessa Corânica teve que dar-lhes muita moral áqueles aguerridos crentes.

O mais misterioso é que subsistia, todavia, a vaga possibilidade da existência de terrorista suicidas.

Para desvalorizar estes “kamikazes”, contam-nos que as bombas 7-J, (Londres), foram activadas com telemóveis, ou seja, que os artefactos não foram detonados por eles.

Aos suicídas suicidaram-nos.

Fala-se mais de telemóveis, com os preços que as operadoras nos cobram que é um verdadeiro móbil para o crime.

Há uma teimosia empenhada para desvincular a invasão do Iraque, mas o número dois da Al Qaeda – o número um é o invisível bin Laden – insistem em deixar as coisas claras.

Desde o vídeo que enviou a Blair que não há dúvidas.

Ayman al Zawahiri, disse que nem os Estados Unidos, nem a Inglaterra poderão ter paz, até que retirem os seus exércitos e deixem de roubar o petróleo do Iraque.

A ameaça deste médico de turbante negro e barba branca, que transporta sempre uma Kalashnikov, como os seus colegas transportam o estestoscópio, já fez o seu efeito.

Mais de 6000 polícias tomaram conta da ruas de Londres, agentes à civil, percorrem as carruagens do metro e nos autocarros de dois pisos até o condutor do piso de cima é suspeito, porque é tão invisível como bin Laden.

Há medo.

Por intermédio de um telemóvel pode-se fazer detonar uma reserva de anjos guerreiros, disfarçados de terroristas suicidas.


- O cigarro é um símbolo fálico, por isso se sonha com charutos, trate de tratar esse seu complexo de inferior-idade, ou então espere até ter idade superior !

AMOR (PARANÓIA GRAMATICAL)

No começo veio como um simples vocábulo, com todo o seu contexto externo, com consoantes e vogais.

Uma palavra pequena com grande conotação.

Uma palavra de encontros marcados, encontros vocálicos.

É dissílábica, mas com desinências e afixos, ela transforma-se.

Fiz uma análise e descobri, que ela pode ser até uma frase, frase com períodos longos ou curtos, ás vezes ruins, ás vezes bons, compostos de alegrias, surpresas, ressentimentos, sonhos ...

Para mim é um verbo transitivo, não sei se os “gramáticos” concordarão, o seu completo sentido sou eu e tu; esse complemento tem o nome de objecto directo e a nossa relação em si é um adjunto adverbial.

Com esta nobre palavra haverá sempre concordâncias, claro que, com factos que fogem às regras.

Por causa desta palavra a minha figura pode ser confusa para ti, estou sempre cheio de elipses e zeugmas, os meus assuntos lotados de anacolútias e anástrofes e quase sempre o meu discurso é indirecto.

Quando esta palavra é dita com todas as forças da alma, sentida com todas as energias da mente, torna-se um eco nos pensamentos e transforma o espaço no raio que se propaga e modifica corações.
Esta palavra é AMOR !

- Ontem comprei um disco de vinil de uma banda que vi, niilista !

As Leis não estão quietas


A única inalterável, é a Lei da gravidade, apesar de não ter sido votada em nenhum parlamento.

A outras, uma vez comprovada a sua eficácia, renovam-se de maneira constante, quiçá para que o mundo possa dar-se conta que as novas são piores que as derrogadas.


Mudar a Lei dos estrangeiros, para proibir novas regularizações, ou abrir as portas aos que desejam entrar, poderia ser urgente e benéfico, mas há algo que falha sempre.

Há quem diga, “eu vou-me ... vou-me ..., mas fico”.


Para rectificar tudo isto são necessários sábios, o sábio de transformar da manhã para a tarde.


Há que estabelecer uma nova lei e não conformar-se em procurar nas entrelinhas uma maneira de responsabilizar uma só pessoa.


O projecto talvez se atrase como a vacina da gripe.


Se só os emigrantes legais se podem domiciliar, podem ficar loucos os recenciados ilegais, já que a situação é catastrófica.


Por uma vez e oxalá que sirva de precedente, os grandes partidos, que bem vistas as coisas não são assim tão grandes, deveriam pôr-se de acordo e desejarem dialogar sobre o problema da imigração.

Pois não são as vagas de frio ou calor o que mais preocupa os portugueses, mas sim as vagas de imigrantes, vindos do Leste, Brasil ou outros locais.

Nos últimos anos houve regularizações extraordinárias ou ordinárias, talvez mais do tipo desta última, mas cujo problema não foi resolvido e ficou-se na corda bamba, à espera que um ministro sobredotado resolvesse o assunto de vez.


Não sei se fazem falta novas leis, mas estas valem, o que valem os costumes dos cidadãos, mas estes, movem-se com muito maior rapidez.


Para modificar as leis, há que correr.
CORRER, que é melhor!

- A crença tem a vantagem sobre a razão de poder recusar o diálogo !

HOMEM PERFEITO


O homem perfeito é lindo,
Tem um pouco de mistério,
É belo quando está rindo,
É belo quando está sério.
O homem perfeito é bom,
Tem um jeito carinhoso,
Quando fala, em meigo tom,
Causa arrepio charmoso.
O homem perfeito é fino,
É solícito, é fiel,
Tem a graça de um menino,
E é mais doce que o mel.
O homem perfeito adora dar flores,
Botões de rosa,
A uma velha senhora,
Ou uma jovem formosa.
O homem perfeito tem energia,
Não se cansa,
Lava a louça, cozinha bem,
Gosta muito de criança.
O homem perfeito é,
Sensível à grande arte,
Gosta de dança e ballet,
Nunca haverá de magoar-te.
Para encerrar a preceito,
Estes versos que alinhei,
Se existe um homem perfeito,
O filho da puta é gay!


sexta-feira, 29 de junho de 2007

- O dinheiro, enquanto o não temos, promete ser a solução de todos os problemas !

VIVER


Para fazer uma casa,

um quadrado onde viver,
em tropismo, do nascente
(sol), ao poente (o solo):

a porta para um mítico oriente,
a janela para o correcto norte,
a alcova para um sul profundo,
o jardim para o ocidente sombrio.

Raro consolo, as quatro,
(que eclodem noutras quatro),
direcções ideais talvez
pudessem mudar a sorte,

por sorte, se entende
a direcção decorrente!


- A organização, é o lugar onde as coisas erradas acontecem na hora certa !

O QUE DEVO À SOCIEDADE E À SACIEDADE , não à Seg. Social !













cometa West


















cometa Hale-Bopp


Se não me falha a memória, UCOMETA é um ASTRO, cuja vida errante é andar numa inglória e elíptica estrada, em redor do sol, como vulgarmente sucede com os seres humanos.

Borboloteiam, como as moscas sobre um poio de excrementos.

São dignos da sua vida e normalmente possuem uma comprida cauda ou cabeleira. Há outros seres com cabeleira perto da cauda, quando esta é o prolongamento ou continuação da coluna vertebral e toma formas, que variam com as espécies, mas que na humana, normalmente é um regalo para o olho.

Falando em (ô)lhos, f(ô)lhos ou ref(ô)lhos, temos a denominada cauda entortada.
É portanto, por conseguinte, por consequência ou com sequência, a dita cabeleira, que quando à fartasana, dá um trabalhão aos astrólogos, mirólogos, biólogos e outros anatomitas que tais, incluindo os anatopistas, que não são mais do que, os que se enganam no local ou lugar.

E é de enganar, quando UCOMETA é dotado de avantajada, longa e emaranhada cabeleira.
As adversidades e árduas dificuldades por que passa um ser vivo, para apreciar UCOMETA !

Geralmente UCOMETA não é visto a olho nu, o que é uma pena, pois o bom olho nu ... como diz o refrão, a olho dado ... nega o pau ... (esqueci-me, não faz diferença, pois todos sabemos que o olho está lá).

Até há quem afiance que todos temos três olhos.
Dois, são os aqueles com que vemos e até vimos e o outro, não é o que essas mentes maldosas estão a pensar ... é o olho da consciência! (Que eventualmente pode variar, dependendo sempre do local onde cada um tem a sua consciência).

Todo UCOMETA, compõe-se de três partes, como o humano, cabeça, tronco e membros.

A cabeça é formada por um nicho onde se volatiliza o mastro, digo, a massa do astro.

Depois o tronco, onde se insere a dita cabeleira, que envolve a cabeça e que se torna necessário desviar, para a vislumbrar.
Geralmente brilha intensamente, diminuindo com a idade, quer dizer, do interior para a periferia.

E enfim, o olho, não a cauda, nádega, anca ou quadril, etc. ... Algo está a falhar.

Os cientistas apodam-nas com diversas distinções.

UCOMETA parece formado de matéria muito ténue, (mas é firme, hirto e duro como uma rocha de pedra empedernida!).

Quando UCOMETA passa perto do sol, este tenta sacar-lhe o periélio ...

Por isso é que tem este nome, a maior aproximação ao astro-rei dUCOMETA, que tenta tudo para se afastar o mais possível e então ficará a salvo, no afélio.

São estas e outras posições que tornam UCOMETA tão evasivo.
Bem assim como quase toda a família.


Aparecem ... desaparecem ... mas UCOMETA que irão ver nos céus, terá luz própria que se deverá manter sempre acesa, uma cabeça para cabecear, uma cabeleira à maneira e um olhar felino, não indiferenciado à traseiras, digo caudas!

Este que deveria ser o exórdio desta nova missão, só hoje pode levantar voo.

O tempo também não ajudou ..
.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

- Oscilamos constantemente entre duas ilusões: segurança através da repetição e melhoria através da variação !

quarta-feira, 27 de junho de 2007

ACONTECEU


Sentimentos ou lembranças,
Digamos que recordações.
Acontecimentos que nos calam
bem fundo nos corações.

Acontecimentos longínquos
cujo tempo não apagou.
Aqueles, nos quais ... alguém
profundamente nos marcou.

E desse alguém ... nada resta,
a não ser o pensamento,
que se arrosta comigo,
que mais parece um tormento.

Que é isto, pergunto eu ...
pois é difícil de explicar.
Neste mundo de sofrimento
que jamais quer terminar.


- Em tempos de terrorismo, a luz ao fundo do túnel vem de uma explosão !

PRECES e ORAÇÕES ou vice-versa




Aos que estão a morrer em Beirute, Líbano, na Cisjordânia ou na faixa de Gaza, não lhes importa de uma maneira especial que se trate de uma guerra não declarada.

Morrem!!!

Comprova-se uma vez mais que em todos os conflitos bélicos morrem sempre os mesmos.

Quer sejam libaneses contra palestinos, quer isrealitas contra palestinos, ou ainda lutas fraticídas intestinas, entre palestinos, a luta é sempre igual e quer árabes, quer judeus, cristãos ou muçulmanos, só lhes resta um recurso: REZAR!

A pergunta é, que podem fazer orações, por muito puras que sejam, contra, por exemplo, o fósforo branco que os israelitas no passado utilizaram.

Talvez a sua eficácia seja comparável à que alcançam as procissões, pedindo chuva em pleno mês de Agosto.

Parece que a oração é um estado mítico em que a consciência fica absorvida por Deus, ou pela ideia que se tenha de Deus.

No Corão lê-se que os homens rezam o mesmo para obter o mal, como também o bem.

Não é improvável que os que manobram os “katiusha” ou “katyusha”, (o efeito devastador é o mesmo) do Hezbolah, ou Hezbollah, (voltam a ser os mesmos), bem como os pilotos aéreos que metralharam o norte libanês no passado, elevem as suas orações, pedindo que o Sumo Fazedor lhes dê pontaria para desfazerem-se dos seus inimigos.

Neste caso abundam as PRECES e ORAÇÕES.

Também em Cuba, a Conferência Episcopal Cubana, (aliás como toda a igreja em todos os chafurdos com a política), solicitou aos seus fieis, para que rezassem “para que Deus acompanhe na sua enfermidade o presidente Fidel Castro”.

Também postos a pedir, rogam ao mesmo destinatário que “ilumine quem receber provisoriamente as responsabilidades de governo”.

Não se sabe se o ditador cubano é crente, mas as suas relações com os últimos papas foram muito boas.

Há uns anos, esteve em Cuba João Paulo II e já convidou Bento XVI.

Outros que fazem Preces e Orações, são os componentes do partido católico, Liga das Famílias Polacas:
querem restaurar a pena de morte !





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- O matemático é alguém que conhece a solução dos problemas mesmo antes deles terem sido formulados !

FÓRMULAS ou EQUAÇÕES AMOROSAS


O amor por um conjunto de símbolos. Ou serão os símbolos para uma estabilidade ?
Só acredita quem quer.

1,7 A + 1,5 B + 1,5 C + 1,5 D + 1,3 E = ...

sendo
A a atracção pelo parceiro,
B o prazer psicológico que causa a sua companhia,

C o desejo de intimidade com ele(a),

D o grau de necessidade em ser aceite pelo par e

E o medo de ser abandonado por ele(a).

Para fazer o cálculo, há que dar a cada uma das 5 variáveis um valor de 1 a 10.
Quando chegamos a este ponto, basta repetir a operação mas, neste caso, pensando no amigo(a) mais querido(a).

A relação do casal é mais estável quanto maior é a diferença entre os 2 resultados, que tem de ser maior ou igual a 15.

(
Donn Byrne, psicólogo social da State University de Nova Iorque)


5D R ^ N 10%

D - as demonstrações de afecto (carícias, etc.),

R - sinais de ressentimento (zangas, comentários ofensivos, etc.) e

N - a percentagem de comentários negativos referentes ao casal.

Enquanto se mantiverem estas premissas, o casal permanecerá unido.


(John Gottman, psicólogo da Washington University)



A(t) = A(t-1) - D + S + + F

sendo:

A(t) - o amor que se tem pelo companheiro/a num certo dia t,

A(t-1) - o amor do dia anterior,

D - o esquecimento,

S - a segurança que nos proporciona o amor que nos dedica o nosso consorte e

F - o fascínio que ele(a) sente por nós.


(Sergio Rinaldi, professor de Teoria de Sistemas da Escola Politécnica de Milão)

- A mediocridade alimenta-se da repetição, imitação e lisonja !

ARRAIA MIÚDA (tipos pequenos)

Toilet


















Sequestrada
























Mulher à janela










A carta








Cadeira com guitarra




Refiro-me uma vez mais aos juros, que o BCE aplicou há pouco tempo, mais uma subida, não ao aumentos dos “tipos” que começam a aparecer agora nas praias.

Gente escultural, como as esculturas de Botero*.

Há muitos anos que penso, em aconselhar as câmaras do nosso litoral, que instalem grandes espelhos à beira da praia, para ver se alguns ou algumas, ao contemplarem-se, decidem frequentar unicamento os seus quartos de banho.

Não sei se dará resultado.
Talvez não!

Será como pregar no deserto de areia molhada.

Não me refiro aos que carecem de pudor estético, mas sim aos que carecem de coração.

Se for elevado mais “um quartilho”, sim, aos juros do vil metal, esperem ... não ficará por aqui.
Haverá mais até Dezembro!

A estabilidade dos preços é a segunda grande preocupação de todos os governantes, já que a primeira é a sua própria estabilidade no poder.

Daí que seja muito difícil mantê-la, porque depende, entre outras coisas do preço do “pitról”.

Este maganão, encontra-se misturado com sangue humano e o seu valor flutua segundo o valor das vítimas.

Quando os economistas alertam para levarmos a sério a inflação, há que apressar-mo-nos a comprar dois lenços, um para despedir-mo-nos de algumas coisas e outro para secar as lágrimas.

O preço da habitação subiu na última década desmesuradamente, não havendo medidas para fomentar um esforçosito de colocar algumas no mercado de arrendamento.

Os novos casais querem casa, mas os solteiros também.

Quanto vão subir as hipotecas ?

Metade eremitas, metade hipotecados.

São já muitos os portugueses condenados à austeridade, para pagar as prestações.

Enfim, assim “reluzem” os juros, que nada pagam ao Estado de impostos! (Não sei quem isentou os bancos!
Só poderá ter sido um mafioso oportunista, ou uma equipa de MAFIOSOS!)

Os juros e muitos banhistas a luzirem.
Os dois engordam dum ano para o outro!


* Fernando BOTERO, pintor colombiano, nascido em 1932. Algumas das suas obras sobressaiem pela “rechonchudez” das formas, sendo ao mesmo tempo uma crítica à estabilidade do ser humano e à sua ganância.