quarta-feira, 23 de julho de 2008

- É menor pecado elogiar um mau livro sem o ler, do que depois de o ter lido. Por isso, agradeço imediatamente depois de receber o volume. Não há vida literária plenamente virtuosa ! (Carlos Drummond de Andrade, foi um poeta brasileiro (1902 - 1987), também cronista, contista e tradutor)

14 comentários:

Paula Raposo disse...

Concordo inteiramente!! Beijos.

xistosa - (josé torres) disse...

Paula Raposo

Por vezes os virtuosos, "fintam-nos", mas nem sempre ... e no caso desta frase também concordo.

Vieira Calado disse...

Meu caro, eu já ouvi essa laracha do barómetro, mas já sei qual era.
Como é, então?
Um abraço.

a casa da mariquinhas disse...

Confesso que gosto muito de Carlos Drumond de Angrade.
Mas não é esse facto que me leva a concordar com esta frase.
Concordo mesmo!
Um abraço
Mariazita

Osvaldo disse...

Caro José Torres;
Do Drummond de Andrade não há livros maus e as suas obras sâo tão superiores que os maus críticos fazem cara de parvos se o tentarem criticar pela negativa... seja antes ou depois de o lerem.
Um abraço amigo.

xistosa - (josé torres) disse...

Vieira Calado

Já segui pelo expresso do Oriente!

xistosa - (josé torres) disse...

a casa da mariquinhas
Mariazita

O que uma frase encerra:

"Não há vida literária plenamente virtuosa!"

Indesmentível.

xistosa - (josé torres) disse...

Osvaldo

Pode-se chamar uma obra redonda.
Não há ponta para mal-dizer

Laura disse...

Amigo! Eu nem vou nessa de agraciar um livro antes de o ler, mesmo que seja dito por milhares, memso que seja a obra literária mais galardoada , inclusivé o escritor seja um Nobel...é que comecei a ler um só por dizerem tanto bem dele, arre, nem a meio cheguei e digam o que digam..qual bom livro, nem digo o titulo para não ferir quem gosta dele, mas..arre!...mas a maioria das gentes vai atrás do que diz o amigo o vizinho e está a escolha feita!...
Apesar de surda, leio desde pequenina, mal comecei a ganhar na costura onde ajudava e ia aprendendo, havia sempre livritos por casa e o meu pai ajudava-me..Já tinha uma data deles bem grande, e como mudamos e ainda não tinha espaço em casa, ficaram encaixotados e outros numa estante bem guardada tapada com panos para o pó não entrar!... Eis que veio uma chuvada do caraças, o muro do predio ao lado do rio ruiu e...ficaram carros e bens (os meus carros não cabiam ficaram de fora para nossa sorte) e os meus livros, colecções inteiras desde o meu pé de laranja lima, e imensos do Julio Dinis que eu adorava, do Camilo, do Eça, livros em Espanhol a Ana Karenine do Leon Tolstoi, e ja nem quero lembrar mais, foi tudo água abaixo rio acima como se diz, e perdi o que amealhei durante anos e anos, e agora nem os posso comprar!... Mas quem sabe os meus livritos de poesia ainda dêm alguma coisa no futuro, mas escritos em Português e editados na editora da net não tem futuro ali, pois os euros não abundam e poesia traduzida não presta!...
Assim, gosto dos livros que leio mas nem de todos e alguns já nem os acabo...não mexem comigo...Um ji da laura..

São disse...

Interessante, sem dúvida, este ponto de vista.
Abraço.

xistosa - (josé torres) disse...

são

É a visão dum grande senhor.
Não quer dizer que tenha a razão do seu lado ...
Os senhores feudais não a tinham ...

Olhe, desejo-lhe um óptimo fim de semana.

Ana Maria disse...

Não há vida literária plenamente, concordo com você.
Obrigada amigo por todas as vezes que me visita, me faz feliz.
Uma noite de muito descanso.
1000 beijos.

xistosa - (josé torres) disse...

Laura

Era para deixar um comentário diferente. Por isso ficou para o fim ... mas ia mesmo sendo o fim.

A m/mulher está a corrigir exames e é muito meticulosa.
Nem posso ajudar, mesmo que saiba, (não sei e não gosto de química. Mas quem estudou alguma coisa da matéria, mesmo que muito diferente e com os critérios de correcção que o Ministério envia ... sempre podia ajudar.
Mas não tenho autorização ... só ajudar a somar as pontuações ... depois de ela as ter somado uma dúzia de vezes)
Por isto e por aquilo, ontem ficou para trás ...

Os livros que leio, são emprestados.
Comprei muitos durante muitos anos.
Fui sócio do Círculo de Leitores, até descobrir que na Papelaria, no r/chão do prédio onde morava, eram mais baratos 20$00. Encadernação igual.Uns eram vermelhos, outros verdes.
Herdei centenas e centenas de livros do meu pai, que li quando era novo.
De todos os autores e de tudo e sobre tudo.
Tenho muitos empacotados em caixotes, numa barraca que possuo perto de Monção, pois aqui em casa, tive que transformar um quarto, para arrumar livros.

Com a Net, deixei de ler e de comprar.

Em Portugal, não se pode editar um livro ...
Se necessitar dumas dicas, diga ... mas o melhor é ir esquecendo ...

Tenho experiência nisso, pois os últimos seis meses foram a tratar de editar um livro ...
Um dia conto-lhe para quem foi ...

Não é que tenha qualquer prurido em colocar aqui, mas trata-se doutras vidas e não quero que me acusem de as ter colocado "ao luar", mas merecia-o ...

Compro uns livrecos na fira di livro, mas tudo coisas leves, alguns tão leves que fiquei nas 1ªs páginas, pois são tantos os nomes de personagens, que tinha que assentá-los e não tenho pachorra.
Um deles é "Ao Anoitecer" de Susan Minot, que foi um besteseller ... mas não para mim, fiquei na pág. 54.

Leio aqui e acolá, na Net e viciei-me ...

xistosa - (josé torres) disse...

Ana maria

Falar de cor, como o papagaio, é fácil ...
cada um escreve o que pensa que é o melhor ...
Podem os outros não gostar.

Não agradeça as visitas.
Faço-o, não por obrigação, mas por "passeio" ... e gosto de passear.