quinta-feira, 15 de maio de 2008

RUÍDOS E BARULHOS






Não se sabe se o PPD ou o PSD, ou as duas siglas com uma tranca a meio, decidiu cumprir um "slogan" que ouvi a alguém desses lado, "renovar-se ou morrer", ou, eu que sou um incréu, acho que era mais conveniente fazer as duas coisas ao mesmo tempo.

Algum dia, não muito longe, saberemos qual foi a opção, ainda que de nenhuma maneira sejam compatíveis.

De momento devemos conformarmo-nos com os comentários dos "sabões", digo, dos "experts" em política interna ou meio pensionistas, digo, semi-interna.

Alguns acreditam que a marcha do playboy, digo, Santana Lopes, deixa as mãos livres a um futuro Durão Barroso, se tiver vergonha e voltar.

De momento só podemos assistir à manifestação de arrogância, com batuques e tambores enviados pelo soba da Madeira, que fez marcha atrás.

Outros acreditam que o profissionalismo, que é, há muitos anos, letra morta no nosso país, (ainda não descobriram quem o matou), da Ferreira Leite, será a última facada nos vestígios santanistas.

Apesar da minha confessada ignorância nestas intrigas cortesãs, tanto mais que ainda há outro náufrago a debater-se, com estes dois, nas águas podres da política, creio que depois de tudo bem misturado e ganhe quem ganhar, continuarão a ouvir-se grunhidos animalescos, duma espécie humanóide, vindos da Madeira e que ecoam nas outras 7 ilhas ou ilhotas, Porto Santo, ilhéus Desertas, (Grande, Bugio e Chão) e Selvagens, (Grande, Pitão Grande e Pitão Pequeno), chegando a atingir o continente.

Agora tudo são rumores e como ninguém ignora, os rumores em Portugal fazem um estrépito muito superior ao que produzem as notícias.

A contaminação acústica, segundo quem sabe, origina "stress", (estresse ou setresse, qual a melhor forma ?), e agrava os problemas neurológicos e cardiovasculares.

Pois bem, podemos orgulharmo-nos, que além dos desordeiros japoneses, os primeiros, somos dos países mais ruidosos do mundo.

Parece que a Espanha está à nossa frente.

Não há imbatíveis e fica-nos bem estarmos bem classificados em qualquer coisa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, sofremos níveis de decibéis insurgentes completamente inaceitáveis.

Os níveis descem de noite, não só quando dormem os bebés, como as suas mães.

Aqui as mães gritam muito e não contentes com isso, educam a sua descendência no mesmo sentido.

"Dá-me um áááálhuuuuu" gritam e as criaturas, dão-lho.

Sabem que têm mais e não lhes importa desprenderem-se de um.

Os rumores, os boatos e as confidências feitas em voz alta estão a contribuir para esta algaraviada.

Talvez rapidamente possamos usurpar, por mérito próprio, o primeiro lugar do Japão.

Não há outra solução que não sejam os auriculares ou tampões para os ouvidos, ou o hara-quiri, mas creio que este é ainda mais incómodo.



2 comentários:

Luís Maia disse...

Incómodo e dispendioso, normalmente ficamos com a carpete da sala me mísero estado. Isto claro se a opção fosse uma hara bem feito tipo facada no bucho.

Sou entendido no assunto, estou a documentar-me para o caso do grande soba imbecilóide madeirense, um dia chegasse a PM desta desgraçada Euroculândia

xistosa disse...

Caro Luís Maia

Como já deve ter reparado, tenho trocado o passo, digo os s/blogs.
Um dia algures, saberei mexer nestas máquinas ...

O mongolóide, ( que diga-se de passagem, foi uma pena a mão não ter abortado, mas eram outros tempos ...), mas como dizia, tal espécime de especieiro, há uns anos, teve um sonho ... não como o do outro, este foi pintado de branco e queria ser presidente da república ... mas os amigos, preferiram um Carneiro!

Obrigado e bom fim de semana.

(se for como eu, só na outra vida, lerá o que escrevi)